sábado, 20 de outubro de 2007
Foram-se os anéis e os dedos...
O subsolo brasileiro não mais pertence à União, malgrado, o que diz a Constituição, transformada em papel que não é respeitado. Não se vive mais em um Estado de direito. Nossa existência nacional, surrealista e absurda, é a da pátria sem patrimônio. A "privatização" de empresas públicas estratégicas rima com internacionalização do território com todas as suas riquezas naturais. Sumam daqui Coca-cola, Pepsi-cola, Mcdonalds e outras malditas transnacionais...
Onde está o Nacionalismo brasileiro?
É impossível estabilizar alguma coisa, neste país, sobre a qual não se tem controle. Aqui tudo ou quase tudo é controlado de fora do país, para dentro. No Brasil não existe um projeto nacionalista.
sábado, 29 de setembro de 2007
domingo, 16 de setembro de 2007
TU ÉS
Teu olhar
Não é mais do que
O porta-voz
Dos meus olhos
Mas a janela
Onde se inclinam
Todos os meus sentidos
Ansiosos e petrificados
Olhar que desejaria tocar
Capturar
Trazer comigo
O seu corpo
E a sua alma
Porque tu és a luz mágica
Que perpassa
Nuvens plúmbeas
De rancores e amarguras
Tu és a força divina
Que faz brotar o amor
Jogando no fundo da vida
Entre pedras frias e ásperas
Tu és o que gostaria de ver
Não deixando-me para trás
Teu olhar
Não é mais do que
O porta-voz
Dos meus olhos
Mas a janela
Onde se inclinam
Todos os meus sentidos
Ansiosos e petrificados
Olhar que desejaria tocar
Capturar
Trazer comigo
O seu corpo
E a sua alma
Porque tu és a luz mágica
Que perpassa
Nuvens plúmbeas
De rancores e amarguras
Tu és a força divina
Que faz brotar o amor
Jogando no fundo da vida
Entre pedras frias e ásperas
Tu és o que gostaria de ver
Não deixando-me para trás
COMO?
Cláudio Antônio Machado
Dizem os psicólogos
Que dentro de cada um de nós
Encontra-se um sem-vergonha
Este sem-vergonha
Manifestou-se pela primeira vez
Quando um conjunto de sem-vergonha
Ergueram as primeiras cercas demarcatórias
Do planeta Terra
Delimitando-a em espaços físicos reservados
Cercados de interesses pôr todos os lados
Espaços estes que lhes sufocarão um dia
Tragando-os em suas úmidas entranhas
Para o todo sempre
Com suas ambições e egoísmo
Como pode o homem
Pretender possuir
Algo que está aí
Para lhe servir de graça
E que lhe absorverá finalmente?
O melhor seria
Que colocássemos
Uma carquilha de arame farpado
Em volta de cada um de nós
Estabelecendo os limites individuais
Onde termina a minha liberdade
Começa a TUA
Cláudio Antônio Machado
Dizem os psicólogos
Que dentro de cada um de nós
Encontra-se um sem-vergonha
Este sem-vergonha
Manifestou-se pela primeira vez
Quando um conjunto de sem-vergonha
Ergueram as primeiras cercas demarcatórias
Do planeta Terra
Delimitando-a em espaços físicos reservados
Cercados de interesses pôr todos os lados
Espaços estes que lhes sufocarão um dia
Tragando-os em suas úmidas entranhas
Para o todo sempre
Com suas ambições e egoísmo
Como pode o homem
Pretender possuir
Algo que está aí
Para lhe servir de graça
E que lhe absorverá finalmente?
O melhor seria
Que colocássemos
Uma carquilha de arame farpado
Em volta de cada um de nós
Estabelecendo os limites individuais
Onde termina a minha liberdade
Começa a TUA
AOS PÉS DO TEMPO
Teu perfil
É uma arma de ataque
Bela
Não adormecida
Somente gladiadores
De palavras sensuais
Poderiam descrevê-la
Sem se importar com o coração
Nas tuas curvas
O tempo...o sol... e o vento
Tocam lindas canções de amor
Tuas linhas são curiosas
Pautas musicais
Teu corpo neste verão
É companheiro do sol
Teu peito ondula com o vento
Pelas areias quentes do litoral
Vento de prazer sentido
Que alucina
Quando te despes
Para as tardes de sol
Enquanto te desnudas
Meus olhos vagam silenciosos
À caminho do amar
Cláudio Antônio Machado
Teu perfil
É uma arma de ataque
Bela
Não adormecida
Somente gladiadores
De palavras sensuais
Poderiam descrevê-la
Sem se importar com o coração
Nas tuas curvas
O tempo...o sol... e o vento
Tocam lindas canções de amor
Tuas linhas são curiosas
Pautas musicais
Teu corpo neste verão
É companheiro do sol
Teu peito ondula com o vento
Pelas areias quentes do litoral
Vento de prazer sentido
Que alucina
Quando te despes
Para as tardes de sol
Enquanto te desnudas
Meus olhos vagam silenciosos
À caminho do amar
Cláudio Antônio Machado
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