quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Erro de aplicação...

Precisamos na ASSIBGE-SN, de ações harmônicas, e não de ações hegemônicas. Precisamos superar as mágoas, é preciso unir a família ibgeana. As diferenças precisam existir para garantir a sobrevivência da democracia.
Os que estão destruindo o nosso Sindicato não se sustentarão.
Quem trabalha pela divisão trabalha contra todos. Quem pretende dividir, criando problemas e ódios inexistentes entre nós, trabalha contra todos, querendo nos enfraquecer caracterizando-nos como minorias, para facilitar o extermínio.
Raça pura, na realidade aplica-se a animais e não a seres humanos.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Temperatura elevada...

Santo Deus! Que temperatura elevada a de ontem, 10 de dezembro, 36 graus, e ainda nem iniciou o verão. Nem fator-protetor nos protege da fúria do sol. Coitada da nossa pele, maior órgão humano.
O esfacelamento do meio-ambiente é um fato concreto. O processo de destruição das condições de existência da vida castiga-nos nestes últimos tempos de forma avassaladora. Que fazer? Todos sabem, poderosos e não-poderosos, sabem o que fazer, como evitar o caos. Mas não fazem nada!
O desespero frequenta um número crescente de pessoas, que começam a sentir a necessidade de mudanças profundas como condição para sobrevivermos como seres vivos.
Há que rever com extrema urgência o sistema atual de produção, capitalista, irracional e excludente, antes que seja tarde demais.
Só existe uma forma de convivência em harmonia com a natureza, a forma socializada, onde tudo é de todos e para todos de forma igualitária.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Meu...


Meu filho Pedro e minha amiga Sharon.

Minhas...


Minhas filhas amadas, Gabriela e Meiriane.

Rio Caí...

Uma vista do Cais do rio Caí em época de cheia em 2007.

Diálogo majoritário...

Este, infelizmente é o diálogo mantido em reunião de Campo Majoritário...
- eu ameaço
- tu intimidas
- ele pressiona
- nós estamos coesos!
- vós sois advertidos
- eles que se cuidem!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

O Poder...

"O poder é igual à caça ao macaco. Para capturar o animal sem um arranhão, fura-se um coco e coloca-se dentro um torrão de açucar. O macaco sobe na árvore e, literalmente, mete a mão na cumbuca. Tenta tirá-la, porém a mão fechada sobre o torrão o impede de passá-la de volta pelo buraco. Como não larga a presa, e prefere a cobiça à liberdade, acaba na rede dos caçadores.