quinta-feira, 29 de março de 2012
MILLÔR FERNANDES
Experimento em 1931 que vale até hoje!!!
Adrian Rogers, 1931
Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo. '
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas. '
Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.
A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos
pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
ADRIAN ROGERS, 1931
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Plano deve pagar tratamento de urgência em doença grave, diz STJ
Família de garoto com tumor no cérebro teve de pagar por cirurgia. Seguradora de saúde alegou que contrato previa carência de 180 dias
A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que planos de saúde são obrigados a atender emergências de pacientes portadores de doenças graves, mesmo durante o prazo de carência. Os ministros julgaram recurso apresentado pela família de um garoto diagnosticado com tumor no cérebro. Cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Em decisão de 13 de março divulgada no último dia 23, foi mantida por unanimidade a determinação da primeira instância da Justiça de São Paulo, que condenou o plano de saúde a custear tratamentos de quimioterapia e cirurgia de urgência.
A empresa alegou que o contrato do garoto previa um prazo de carência de 180 dias antes da liberação para utilizar os serviços do plano. O garoto entrou como dependente do pai no seguro saúde quatro meses antes do diagnóstico da doença e, diante da negativa da seguradora em pagar os procedimentos, a família precisou pagar por uma cirurgia de emergência feita dias após o tumor ser localizado.
O relator do caso, ministro Luiz Felipe Salomão, afirmou que os planos de saúde têm a obrigação de arcar com os tratamentos de urgência que evoluírem para internação, desde a admissão do paciente até a alta, mesmo o prazo de carência estando expresso no contrato. Para ele, os contratos de seguro saúde servem para “assegurar ao consumidor tratamento e segurança”.
“O Código de Defesa do Consumidor prevê a necessidade da adequação dos produtos e serviços à legítima expectativa que o consumidor tem de, em caso de pactuação de contrato oneroso de seguro de saúde, não ficar desamparado, no que tange a procedimento médico premente e essencial à preservação de sua vida”, afirmou o ministro.
Autor: Débora Santos
Fonte: G1
coleções CAROS AMIGOS
A presente coleção, dividida em doze fascículos irá para as bancas e livrarias de quinze em quinze dias, descreve em detalhes as diversas fases daquele governo de exceção, a partir da noite de 31 de março de 1964 até a entrega da faixa presidencial a José Sarney, em 15 de março de 1985, após tumultuado processo que culminaria com a volta do Estado de direito.
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| PLANO DE OBRA 1. A NOITE DO GOLPE 2. ANTECEDENTES E SUICÍDIO DE VARGAS 3. GOVERNO JANGO (1961-1964) 4. GOVERNO CASTELO BRANCO (1964-1967) 5. GOVERNO COSTA E SILVA (1967-1969) 6. GOVERNO MÉDICI (1969-1974): O MILAGRE 7. GOVERNO MÉDICI: A TORTURA 8. GOVERNO MÉDICI: TERROR TOTAL 9. GOVERNO GEISEL (1974-1978): FIM DO MILAGRE 10. GOVERNO GEISEL: EXTINTA A LUTA ARMADA 11. GOVERNO GEISEL: A ABERTURA 12. GOVERNO FIGUEIREDO (1979-1985):FIM DA DITADURA | |||
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A presente coleção, dividida em doze fascículos irá para as bancas e livrarias de quinze em quinze dias, descreve em detalhes as diversas fases daquele governo de exceção, a partir da noite de 31 de março de 1964 até a entrega da faixa presidencial a José Sarney, em 15 de março de 1985, após tumultuado processo que culminaria com a volta do Estado de direito.
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| PLANO DE OBRA 1. A NOITE DO GOLPE 2. ANTECEDENTES E SUICÍDIO DE VARGAS 3. GOVERNO JANGO (1961-1964) 4. GOVERNO CASTELO BRANCO (1964-1967) 5. GOVERNO COSTA E SILVA (1967-1969) 6. GOVERNO MÉDICI (1969-1974): O MILAGRE 7. GOVERNO MÉDICI: A TORTURA 8. GOVERNO MÉDICI: TERROR TOTAL 9. GOVERNO GEISEL (1974-1978): FIM DO MILAGRE 10. GOVERNO GEISEL: EXTINTA A LUTA ARMADA 11. GOVERNO GEISEL: A ABERTURA 12. GOVERNO FIGUEIREDO (1979-1985):FIM DA DITADURA | |||
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O leitor encontra abaixo o Plano de Obra, isto é, o tema de cada um dos doze fascículos e a ordem em que serão publicados.