sábado, 13 de outubro de 2012


 
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Mamografia tomográfica aumenta em 12% a detecção do câncer de mama

No Brasil, o exame vem sendo realizado há um ano em alguns centros de diagnóstico

Mamografia tomográfica aumenta em 12% a detecção do câncer de mama Divulgação/clicRBS
A detecção precoce significa uma cirurgia menor, um prognóstico melhor e uma sobrevida maiorFoto: Divulgação / clicRBS
Recentemente aprovada pelo FDA (órgão governamental que regula remédios, procedimentos, equipamentos e alimentos nos Estados Unidos), a mamografia tomográfica — ou tomossíntese — é capaz de aumentar ainda mais a detecção precoce do câncer de mama, em relação à mamografia digital.

No Brasil, o exame vem sendo realizado há um ano, porém ainda em poucos centros de diagnóstico. O primeiro equipamento instalado na América do Sul já permitiu que a avaliação dos resultados dos 818 exames realizados entre maio e dezembro de 2010 fosse apresentada pelo médico radiologista Aron Belfer no Congresso Europeu de Radiologia, em Viena (Áustria). Segundo o resultado, houve um aumento de 12% na detecção da doença.

— Um dos grandes avanços para a detecção precoce do câncer de mama, aliado à mamografia digital, é a mamografia tomográfica. Ela é muito semelhante à mamografia convencional e é feita no mesmo tipo de mamógrafo, fazendo com que a mama permaneça comprimida por mais alguns segundos e fornecendo então essas imagens tomográficas — diz Belfer.

De acordo com a doutora Vivian Schivartche, especialista no diagnóstico da mama, alguns estudos apontam que a mamografia por tomossíntese detecta entre 7% e 17% mais câncer de mama que a mamografia convencional. Na opinião da médica, a vantagem dessa nova técnica é que ela possibilita enxergar o câncer numa fase muito precoce e em mamas densas e heterogêneas, que são difíceis para a mamografia convencional.

— Diagnosticar precocemente significa tumores menores de um centímetro. Na mamografia tradicional, dependendo da densidade da mama, essa detecção não é tão precoce assim. Para a paciente, a detecção precoce é a coisa mais importante que se procura obter, porque significa uma cirurgia menor, um prognóstico melhor e uma sobrevida maior — explica a radiologista.

Importante evolução para as mulheres
Nos Estados Unidos, há mais de dez anos a mamografia digital passou a substituir a mamografia tradicional, realizada com filmes de raio-X. Hoje, mais de 70% das clínicas de diagnóstico por imagem já adotaram a tecnologia naquele país. No Brasil, a mamografia digital pode ser encontrada nos centros de diagnóstico mais importantes do país.

Se a imagem digital é mais nítida, facilitando a detecção precoce do câncer de mama, a tomossíntese representa um avanço ainda mais relevante para a saúde feminina e permite ver o câncer de uma forma nunca antes possível com a mamografia de rotina. O exame leva poucos segundos mais que a mamografia 2D. Assim como na mamografia convencional, a mama é comprimida entre duas partes do aparelho. Mas, ao invés de serem geradas duas imagens, são geradas 15 — num arco de 15 graus.

— Na mamografia tomográfica, como a gente vê os planos em separado, não há a superposição de estruturas da glândula mamária. Já nas mamografias convencionais essa superposição cria imagens falsas, que exigem radiografias complementares para esclarecimento. Na avaliação apresentada em Viena, houve redução de 39% da necessidade de imagens adicionais. Para a paciente, isso significa menos estresse e ansiedade, menos radiação e menos incômodo. Afinal, evita-se que a paciente tenha de retornar ao serviço de radiologia para fazer mais imagens — diz Aron Belfer.

 PURO OU COM LEITE?

 
 
Imagem removida pelo remetente.
 

Imagem removida pelo remetente.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

sábado, 29 de setembro de 2012



Prezados (as),
Saudações. 
A nova edição da revista Caros Amigos revela, com exclusividade, como estão agindo atualmente os Grupos de Extermínio no Estado de São Paulo,formados especialmente por integrantes da Polícia Militar. Fontes da própria polícia, que investigaram a atuação desses grupos nos últimos anos, relatam onde estão organizados esses grupos, como são recrutados seus membros e de que forma parte da corporação e do aparelho de Segurança Pública estimula e protege os crimes praticados por esses policiais.
A gravidade da situação, evidentemente, suscita muitas indagações, entre as quais por que governo do Estado fecha os olhos para a barbárie? Não cabe ao Ministério Público e ao Judiciário adotarem providências para desbaratar os novos esquadrões da morte? Não é o caso do Ministério da Justiça intervir na Segurança Pública de São Paulo para proteger a população? Cadê a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República?
Outra grande reportagem da Caros Amigos mostra o agravamento da crise econômica e suas consequências diretas no Brasil, com o enfraquecimento do setor industrial, a queda do PIB, a ameaça de estagnação e as diversas medidas adotadas pelo governo para aquecer a economia, inclusive a promoção de novos pacotes de privatização – com os mais fantásticos atrativos que o capital privado já teve por essas bandas. A matéria tenta desvendar o que acontece quando a “marolinha” pode se tornar um “marolão”.
Além disso, a revista tem excelentes matérias sobre a privataria na educação(entrega de projeto de ensino para empresa estrangeira), os novos recursos da publicidade para enganar as crianças e seus pais e entrevistas com o filósofoVladimir Safatle, que analisa as eleições municipais no quadro da degradação urbana, e com Zé Junior, que coordena o trabalho da ONG AfroReggae nas comunidades do Rio de Janeiro. Como sempre, a revista conta com bons artigos e análises de sua equipe colaboradores.
Vale a pena conferir. Já nas bancas.
Hamilton Octavio de Souza
Editor