O HOMEM É UM VÍRUS, MULTIPLICA-SE FACILMENTE E DESTRÓI TUDO O QUE ENCONTRA PELA FRENTE.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
AS VÁRIAS FACES DO MENSALÃO
Prezados (as),
Saudações.
Caros Amigos acaba de lançar nas bancas a Edição Especial sobre “As Várias Faces do Mensalão”. A revista enfrentou o desafio de tratar desse tema tão polêmico sem cair no discurso dominante da imprensa de direita e também sem esconder questões fundamentais que têm gerado os principais casos de corrupção política no Brasil, desde o sistema de financiamento de campanhas eleitorais, o fisiologismo das coligações governamentais, até as concepções partidárias nas quais os fins justificam todos os meios.
Denunciado em 2005, o caso do “mensalão” atingiu em cheio o primeiro governo Lula. Serviu de pretexto para a mídia reacionária e forças da direita atacarem a aliança da situação, o PT e parte das esquerdas. Especialmente porque apontava o envolvimento de importantes dirigentes petistas num escândalo de corrupção, no desvio de recursos públicos para alimentar o fisiologismo de políticos conservadores – do PP, PTB, PMDB e ex-PL.
Sete anos depois, o julgamento do caso do “mensalão” no Supremo Tribunal Federal, transmitido ao vivo pela TV, se transformou num espetáculo público de grande dimensão. Não foi o único caso de corrupção denunciado, no Brasil, nos governos civis desde o final da Ditadura Militar, em 1985. Também não foi o único em que políticos usaram recursos públicos e privados para a sustentação de seus esquemas políticos.
Ao contrário, em duas décadas tivemos o caso Collor-PC Farias, o golpe do Banco Econômico, o golpe do Banestado, os desvios do Maluf, o caso do “mensalão” tucano, o golpe do Opportunity, o golpe da Camargo Corrêa e tantos outros com características semelhantes: uso de dinheiro público para favorecimento de empresas privadas e pagamento de propinas a políticos, com desdobramentos em sonegação de impostos, evasão de divisas e lavagem de dinheiro ilícito.
Entre tantos casos graves e inaceitáveis, o processo do “mensalão” do PT foi o único que foi levado a julgamento, evidentemente porque atinge de forma profunda o partido que, até então, era o mais aguerrido na luta contra os crimes de corrupção praticados pela direita, alta burguesia, setor financeiro e oligarquias reacionárias – em situações decorrentes da promiscuidade entre interesses privados e recursos públicos.
O julgamento do “mensalão” do governo Lula suscita também a análise sobre os desvios éticos e políticos praticados por dirigentes e líderes partidários. Afinal, existe alguma diferença entre a direita desviar dinheiro público e a esquerda desviar dinheiro público? Existe algum tipo de atenuante se o dinheiro desviado serviu para campanhas eleitorais ou para compor a sustentação política do governo com partidos de direita?
A edição especial da revista Caros Amigos procura resgatar toda a história do “mensalão” do PT, lembrar os inúmeros casos de corrupção que continuam impunes e analisar, sob o ponto de vista das esquerdas, como encarar o que aconteceu e o que fazer para prevalecer a defesa da política, dos partidos e da militância, com princípios e valores éticos.
O jornalismo é sempre melhor para a sociedade quando não foge dos problemas, mas encara-os na perspectiva de construção de um país melhor, livre, soberano, democrático, justo e igualitário.
Vale a pena conferir. Caros Amigos – o jornalismo crítico e independente!
Abraços.
Hamilton Octavio de Souza
Editor-Chefe
sábado, 24 de novembro de 2012
REVISTA CAROS AMIGOS
Prezados (as)
Saudações.
A nova edição da Caros Amigos veicula uma excelente reportagem sobre o modelo de socialismo que está sendo construído na Venezuela, inclusive agora que o presidente Hugo Chávez conquistou mais seis anos de mandato – em eleições livres e democráticas – e promete aprofundar o controle social de vários setores de atividades pela maioria dos trabalhadores.
A revista constatou que o projeto chavista enfrenta problemas, recebe críticas, mas efetivamente estimula grande avanço na organização popular e na implantação das redes públicas de distribuição de produtos, investe na construção de moradias para a população de baixa renda, apoia as comunas e as iniciativas de produção coletiva – um processo claro de socialização.
Outra reportagem mostra que as eleições municipais, aqui no Brasil, mesmo centradas em disputas tipicamente locais, serviram também para consagrar algumas lideranças nacionais, entre elas Lula e Dilma, do PT, Aécio Neves, do PSDB, e Eduardo Campos, do PSB – todos eles eventuais candidatos para a disputa presidencial de 2014. Ao mesmo tempo, a matéria da Caros Amigos procura esclarecer porque aumentam os índices de abstenção e os votos brancos e nulos.
A revista publica importante denúncia sobre o massacre do Pinheirinho, em São José dos Campos, ocorrido no início do ano: advogados e procuradores comprovam que o despejo da população foi previamente articulado por autoridades do Estado de São Paulo para favorecer a especulação imobiliária. A denúncia foi encaminhada para a Organização dos Estados Americanos (OEA), onde o caso de violência contra o povo será analisado.
A revista publica também ótimas entrevistas: com o jornalista paraense Lúcio Flávio Pinto, que fala sobre as dificuldades de se fazer jornalismo independente na região Amazônica; com o cantor africano Tiken Jah Fakoly, que sofre perseguição no próprio continente; e com as compositoras Luana Hansen e Elisa Gargiulo, que juntaram o funk e o rap com a luta feminista.
Caros Amigos conta agora com a colaboração mensal de Eliete Negreiros, que escreverá sobre música e cultura em geral. Ela reforça o bom time de articulistas e colunistas da revista.
Vale a pena conferir.
Abraços.
Hamilton Octavio de Souza
Editor
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
DESCENDENTES DE ALEMÃES EXIGEM COTA DE 5%
À "presidenta" Dilma Roussef
Como minoria segregada no Brasil, nós, descendentes de alemães, solicitamos providências do governo federal para sermos igualados aos negros, perdão, afrodescendentes, no que tange aos direitos dos cidadãos. Para tanto, pacificamente reivindicamos seja aprovada Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que contemple os seguintes pontos:
01 - Fica estabelecida a cota de 5% para alemães e seus descendentes nas universidades públicas brasileiras.
02 - Fica proibido chamar descendentes de alemães, ucranianos, holandeses e outros europeus de polaco.
03 - Fica proibido chamar um indivíduo de "alemão", pois o termo é pejorativo e denigre a imagem deste como ser humano.
04 - Fica estabelecido que os descendentes de alemães devem sem chamados de "germanodescendentes"; chamá-los de alemão passa a ser considerado crime de racismo - inafiançável - a despeito do fato de a raça humana ser uma só.
05 - Igualmente deve ser considerado crime de racismo o uso das expressões "alemão", "alemãozinho", "alemoa", "alemoazinha", bicho de goiaba", etc, para se referir aos germanodescendentes.
06 - Fica proibido o uso de expressões de cunho pejorativo associadas aos descendentes de alemães. Ex: "Coisa de alemão!", "Alemão porco....", "Só podia ser alemão", " alemão batata", " comedor de
chucrute", "português que sabe matemática", etc.
07 - Fica estabelecido o dia 25 de julho o "Dia Nacional da Consciência Germânica", com feriado nacional.
08 - Fica estabelecido o dia 25 de novembro o "Dia Nacional do Orgulho Alemão", com feriado nacional , mesmo que não se possa chamar alemão de alemão.
09 - Fica criada a Subsecretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Alemã, subordinada à Secretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Racial.
10 - Fica estabelecido o prazo de 2 anos para a Subsecretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Alemã virar Ministério dos Alemães, juntando-se aos outros 38 ministérios brasileiros, mesmo que não possa chamar alemão de alemão.
11 - Fica proibida qualquer atitude de segregação aos descendentes de alemães, as quais os caracterizem com inferiores a outros seres humanos.
12 - Fica restrita ao governo brasileiro a pressuposição de que os alemães são inferiores, estabelecendo as cotas, restrições associativas, nominativas e sanções para as mesmas.
13 - Passa a ser crime de "germanofobia" qualquer agressão deliberada contra um descendente de alemães, mesmo que não possa chamar alemão de alemão.
14 - Toda criança que usar a expressão "alemão batata come queijo com barata" estará cometendo bullying e deve ser encaminhada para tratamento psicológico.
15 - Em caso de um negão chamar um alemão de alemão, este adquire o direito de chamar o negão de negão sem aplicação das sanções já previstas em lei.
Como minoria segregada no Brasil, nós, descendentes de alemães, solicitamos providências do governo federal para sermos igualados aos negros, perdão, afrodescendentes, no que tange aos direitos dos cidadãos. Para tanto, pacificamente reivindicamos seja aprovada Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que contemple os seguintes pontos:
01 - Fica estabelecida a cota de 5% para alemães e seus descendentes nas universidades públicas brasileiras.
02 - Fica proibido chamar descendentes de alemães, ucranianos, holandeses e outros europeus de polaco.
03 - Fica proibido chamar um indivíduo de "alemão", pois o termo é pejorativo e denigre a imagem deste como ser humano.
04 - Fica estabelecido que os descendentes de alemães devem sem chamados de "germanodescendentes"; chamá-los de alemão passa a ser considerado crime de racismo - inafiançável - a despeito do fato de a raça humana ser uma só.
05 - Igualmente deve ser considerado crime de racismo o uso das expressões "alemão", "alemãozinho", "alemoa", "alemoazinha", bicho de goiaba", etc, para se referir aos germanodescendentes.
06 - Fica proibido o uso de expressões de cunho pejorativo associadas aos descendentes de alemães. Ex: "Coisa de alemão!", "Alemão porco....", "Só podia ser alemão", " alemão batata", " comedor de
chucrute", "português que sabe matemática", etc.
07 - Fica estabelecido o dia 25 de julho o "Dia Nacional da Consciência Germânica", com feriado nacional.
08 - Fica estabelecido o dia 25 de novembro o "Dia Nacional do Orgulho Alemão", com feriado nacional , mesmo que não se possa chamar alemão de alemão.
09 - Fica criada a Subsecretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Alemã, subordinada à Secretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Racial.
10 - Fica estabelecido o prazo de 2 anos para a Subsecretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Alemã virar Ministério dos Alemães, juntando-se aos outros 38 ministérios brasileiros, mesmo que não possa chamar alemão de alemão.
11 - Fica proibida qualquer atitude de segregação aos descendentes de alemães, as quais os caracterizem com inferiores a outros seres humanos.
12 - Fica restrita ao governo brasileiro a pressuposição de que os alemães são inferiores, estabelecendo as cotas, restrições associativas, nominativas e sanções para as mesmas.
13 - Passa a ser crime de "germanofobia" qualquer agressão deliberada contra um descendente de alemães, mesmo que não possa chamar alemão de alemão.
14 - Toda criança que usar a expressão "alemão batata come queijo com barata" estará cometendo bullying e deve ser encaminhada para tratamento psicológico.
15 - Em caso de um negão chamar um alemão de alemão, este adquire o direito de chamar o negão de negão sem aplicação das sanções já previstas em lei.
Brasília, 18 de maio de 2012.
PS: Caso italianos, portugueses, espanhois, sirio-libaneses,
japoneses, bolivianos, paraguaios, poloneses e inclusive nordestinos também se unificarem em projetos similares, haverá dificuldades para aqueles que
fazem questão de ser apenas brasileiros conseguir vagas em
universidades e direitos especiais.
POUCAS HORAS PARA BARRAR A PENA DE MORTE PARA GAYS.
Caros amigos,
O parlamento de Uganda pode aprovar uma lei brutal que implicaria na pena de morte para a homossexualidade. Se eles fizerem isso, milhares de ugandenses poderiam ser executados, apenas por serem gays.
Nós ajudamos a impedir esta lei antes, e podemos fazê-lo novamente. Depois de uma enorme manifestação global ano passado, o presidente ugandense Museveni bloqueou o avanço da lei. Mas os distúrbios políticos estão crescendo em Uganda, e extremistas religiosos no parlamento estão esperando que a confusão e violência nas ruas distraia a comunidade internacional nesta segunda tentativa de aprovar essa lei feita de ódio. Nós podemos mostrar a eles que o mundo ainda está observando.
Nós não temos tempo a perder. Vamos nos unir em 1 milhão de vozes contra a pena de morte para gays em Uganda nas próximas 24 horas -- entregaremos a petição para os líderes de Uganda e países influentes. Clique aqui para agir, e então encaminhe este e-mail para todos:
http://www.avaaz.org/po/ uganda_stop_gay_death_law/? biAzibb&v=19443
Ser gay em Uganda já é perigoso e aterrorizante. LGBTs em Uganda são frequentemente assediados e espancados, e no ano passado o ativista de direitos gays David Kato (foto acima), foi brutalmente assassinado em sua própria casa. Agora os ugandenses da comunidade LGBT estão ainda mais ameaçados por essa lei draconiana que pode impor prisão perpétua a pessoas condenadas por relações com o mesmo sexo e a pena de morte para "criminosos graves". Até mesmo ONGs trabalhando para prevenir a disseminação do HIV podem ser condenadas por "promover a homossexualidade" sob essa lei feita de ódio.
Agora mesmo, Uganda está no meio de um tumulto político -- o sumiço de milhões vindos de ajuda financeira internacional causou um escândalo no parlamento. Essa revolta forneceu aos extremistas religiosos no parlamento a chance perfeita de tirar da gaveta a lei homofóbica, chamando-a de "presente de Natal" para todos os ugandenses.
O presidente Museveni desistiu desta lei no ano passado depois da pressão internacional ameaçar o suporte e auxílio a Uganda. Vamos fazer uma petição com a força de um milhão de pessoas para impedir a lei da pena de morte para gays novamente e salvar vidas. Temos poucas horas -- assine abaixo, e então conte a amigos e família:
http://www.avaaz.org/po/ uganda_stop_gay_death_law/? biAzibb&v=19443
Da última vez, nossa petição internacional condenando a lei da pena de morte para gays foi entregue ao parlamento -- impulsionando a cobertura de notícias globais e fazendo pressão suficiente para bloquear a lei por meses. Quando um jornal publicou 100 nomes, fotos e endereços de suspeitos gays e os identificados foram ameaçados, a Avaaz auxiliou uma ação legal contra o jornal e nós ganhamos! Juntos nós nos levantamos, por muitas vezes, pela comunidade gay de Uganda -- agora eles precisam de nós mais que nunca.
Com esperança e determinação,
Emma, Iain, Alice, Luis, Ricken, Joseph, Michelle e toda a equipe da Avaaz
MAIS INFORMAÇÕES:
Deputada de Uganda quer lei antigay como 'presente de Natal' (G1)
http://g1.globo.com/mundo/ noticia/2012/11/deputada-de- uganda-quer-lei-antigay-como- presente-de-natal.html
Parlamento de Uganda vai debater projeto de lei anti-gays (em inglês) (YNews!)
http://au.news.yahoo.com/ world/a/-/world/15453168/ ugandan-parliament-to-debate- anti-gay-bill/
Uganda enfrenta o fundamentalismo cristão (Outras Palavras)
http://www.outraspalavras.net/ 2011/05/03/uganda-enfrente-o- fundamentalismo-cristao/
Ativista gay que processou jornal anti-homossexuais é morto em Uganda (BBC Brasil)
http://www.bbc.co.uk/ portuguese/noticias/2011/01/ 110127_uganda_ativista_gay_ morto_rw.shtml
Caros amigos,
|
Em poucas horas, Uganda pode aprovar uma lei que poderia impor a pena de morte para a homossexualidade. Uma enorme manifestação global engavetou essa lei no ano passado -- nós precisamos aumentar a pressão urgentemente para pressionar o presidente Museveni a apoiar os direitos humanos e impedir essa lei brutal. Assine abaixo, e conte a todos: |
Nós ajudamos a impedir esta lei antes, e podemos fazê-lo novamente. Depois de uma enorme manifestação global ano passado, o presidente ugandense Museveni bloqueou o avanço da lei. Mas os distúrbios políticos estão crescendo em Uganda, e extremistas religiosos no parlamento estão esperando que a confusão e violência nas ruas distraia a comunidade internacional nesta segunda tentativa de aprovar essa lei feita de ódio. Nós podemos mostrar a eles que o mundo ainda está observando.
Nós não temos tempo a perder. Vamos nos unir em 1 milhão de vozes contra a pena de morte para gays em Uganda nas próximas 24 horas -- entregaremos a petição para os líderes de Uganda e países influentes. Clique aqui para agir, e então encaminhe este e-mail para todos:
http://www.avaaz.org/po/
Ser gay em Uganda já é perigoso e aterrorizante. LGBTs em Uganda são frequentemente assediados e espancados, e no ano passado o ativista de direitos gays David Kato (foto acima), foi brutalmente assassinado em sua própria casa. Agora os ugandenses da comunidade LGBT estão ainda mais ameaçados por essa lei draconiana que pode impor prisão perpétua a pessoas condenadas por relações com o mesmo sexo e a pena de morte para "criminosos graves". Até mesmo ONGs trabalhando para prevenir a disseminação do HIV podem ser condenadas por "promover a homossexualidade" sob essa lei feita de ódio.
Agora mesmo, Uganda está no meio de um tumulto político -- o sumiço de milhões vindos de ajuda financeira internacional causou um escândalo no parlamento. Essa revolta forneceu aos extremistas religiosos no parlamento a chance perfeita de tirar da gaveta a lei homofóbica, chamando-a de "presente de Natal" para todos os ugandenses.
O presidente Museveni desistiu desta lei no ano passado depois da pressão internacional ameaçar o suporte e auxílio a Uganda. Vamos fazer uma petição com a força de um milhão de pessoas para impedir a lei da pena de morte para gays novamente e salvar vidas. Temos poucas horas -- assine abaixo, e então conte a amigos e família:
http://www.avaaz.org/po/
Da última vez, nossa petição internacional condenando a lei da pena de morte para gays foi entregue ao parlamento -- impulsionando a cobertura de notícias globais e fazendo pressão suficiente para bloquear a lei por meses. Quando um jornal publicou 100 nomes, fotos e endereços de suspeitos gays e os identificados foram ameaçados, a Avaaz auxiliou uma ação legal contra o jornal e nós ganhamos! Juntos nós nos levantamos, por muitas vezes, pela comunidade gay de Uganda -- agora eles precisam de nós mais que nunca.
Com esperança e determinação,
Emma, Iain, Alice, Luis, Ricken, Joseph, Michelle e toda a equipe da Avaaz
MAIS INFORMAÇÕES:
Deputada de Uganda quer lei antigay como 'presente de Natal' (G1)
http://g1.globo.com/mundo/
Parlamento de Uganda vai debater projeto de lei anti-gays (em inglês) (YNews!)
http://au.news.yahoo.com/
Uganda enfrenta o fundamentalismo cristão (Outras Palavras)
http://www.outraspalavras.net/
Ativista gay que processou jornal anti-homossexuais é morto em Uganda (BBC Brasil)
http://www.bbc.co.uk/
Assinar:
Postagens (Atom)
