OI!AMIGOS. O DEPOIMENTO É DO POLIBIO BRAGA.
O calote de precatórios só se admite numa sociedade de velhacos
Sempre que apela ao Poder Judiciário para conseguir a cobertura que busca para as suas ilegalidades, o governador Tarso Genro faz isto com a esperança de que terá o amparo da boa prestação jurisdicional.
. Como bom advogado, o governador nem de longe pode ser acusado de litigante de má fé, mas é o que parece.
. Acontece que ele é muito mau perdedor.
. Suas iradas, irônicas e desconectadas reações diante de sentenças hostis, chegam a beirar a sedição pura e simples.
. Arrolam-se entre os casos mais emblemáticos, todos os processos relacionados com o piso nacional do magistério, a posse de conselheiros da Agergs e de diretores do Irga, as estradas pedagiadas e este caso mais recente dos calotes aplicados pelo seu governo aos detentores de precatórios.
. O governo reconhece que deve R$ 6,3 bilhões de precatórios, que vem a ser um crédito considerado líquido e certo pela Justiça. Não existe crédito mais claro do que o precatório. No entanto, o governador do RS não quer pagar o que deve, sob a alegação de que não tem dinheiro. . Até há pouco tempo, o Piratini gabava-se de ter dinheiro sobrando. E se não tem mais no momento é porque gasta mal o que tem, inchando a máquina pública e fazendo despesas descontroladas.
. O STF, ao se insurgir na semana contra o calote, colocando-se portanto ao lado da legalidade, é acusado de usurpar poderes do Executivo e do Legislativo, segundo a leitura enviesada do governador do RS. Nada mais falso, porque pagar o que se deve é obrigação elementar de todo cidadão, mesmo o mais pobre - e mais ainda do governante que deve dar o exemplo.
. O calote só se admite como regra comum de procedimento numa sociedade de velhacos.
O calote de precatórios só se admite numa sociedade de velhacos
Sempre que apela ao Poder Judiciário para conseguir a cobertura que busca para as suas ilegalidades, o governador Tarso Genro faz isto com a esperança de que terá o amparo da boa prestação jurisdicional.
. Como bom advogado, o governador nem de longe pode ser acusado de litigante de má fé, mas é o que parece.
. Acontece que ele é muito mau perdedor.
. Suas iradas, irônicas e desconectadas reações diante de sentenças hostis, chegam a beirar a sedição pura e simples.
. Arrolam-se entre os casos mais emblemáticos, todos os processos relacionados com o piso nacional do magistério, a posse de conselheiros da Agergs e de diretores do Irga, as estradas pedagiadas e este caso mais recente dos calotes aplicados pelo seu governo aos detentores de precatórios.
. O governo reconhece que deve R$ 6,3 bilhões de precatórios, que vem a ser um crédito considerado líquido e certo pela Justiça. Não existe crédito mais claro do que o precatório. No entanto, o governador do RS não quer pagar o que deve, sob a alegação de que não tem dinheiro. . Até há pouco tempo, o Piratini gabava-se de ter dinheiro sobrando. E se não tem mais no momento é porque gasta mal o que tem, inchando a máquina pública e fazendo despesas descontroladas.
. O STF, ao se insurgir na semana contra o calote, colocando-se portanto ao lado da legalidade, é acusado de usurpar poderes do Executivo e do Legislativo, segundo a leitura enviesada do governador do RS. Nada mais falso, porque pagar o que se deve é obrigação elementar de todo cidadão, mesmo o mais pobre - e mais ainda do governante que deve dar o exemplo.
. O calote só se admite como regra comum de procedimento numa sociedade de velhacos.


Ele cumpriu a promessa de governar para as maiorias e mostrou que a História não tinha terminado. Por isso (não por seus erros) as oligarquias o detestam. Por Ignacio Ramonet e Jean-Luc Melenchon
Comandante da Revolução Bolivariana morre em Caracas após lutar por meses contra a reincidência de um câncer diagnosticado em 2011.
Grupo feminista protesta contra festa considerada machista na USP São Carlos e é ofendido por veteranos.
Grupo de São Carlos emite nota sobre ofensas sofridas durante protesto contra trote considerado machista na USP. (Foto: Frente Feminista)
O que um “beijo de celebração da paz” tem em comum com a “simples festa” de recepção de calouros na universidade que está no topo do ranking das melhores faculdades da América Latina?
Caros Amigos lança a edição especial Dilemas da Juventude, que aborda temas como trabalho, família, drogas, militância política e educação.
Trata-se de um problema crucial, e agora surge no Brasil, pela Boitempo, pela primeira vez em tradução diretamente do original alemão, a obra fundamental que discutiu esse assunto,
A Editora da Unesp se vem firmando como a principal publicadora universitária do País, sempre com obras de vanguarda. Um exemplo é o importante livro
Finalmente, no capítulo das amenidades, temos pela Global o romance policial