quinta-feira, 2 de maio de 2013

"O BRASIL NÃO TEM  POVO, TEM PÚBLICO"

sábado, 27 de abril de 2013

Rádio Bom Gosto - RBGW
A MELHOR MÚSICA DO MUNDO

rbgw.webradioo.net

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EDIÇÕES TEMÁTICAS
Em 2013 vamos publicar 6 edições temáticas. Garanta o recebimento destas edições com desconto especial. Aproveite!

A DITADURA MILITAR NO BRASIL
Coleção encadernada que descreve em detalhes as diversas fases daquele governo de exceção, a partir da noite de 31 de março de 1964 até a entrega da faixa presidencial a José Sarney, em 15 de março de 1985, após tumultuado processo que culminaria com a volta do Estado de direito.

CARLOS MARIGHELLA - O inimigo número 1 da ditadura militar
Partindo da cena em que Carlos Marighella é emboscado e executado, por policiais comandados pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury, Emiliano José traça o perfil do revolucionário que se tornou o inimigo número um da ditadura militar.

CAPITÃO MOURO
O jornalista, escritor e estudioso da cultura árabe Georges Bourdoukan narra a saga do muçulmano Saifudin, tendo por cenário a Capitania de Pernambuco.

O HOMEM DO PINTO PEQUENO
O livro conta a história de Geraldo, menino criado no interior do Paraná, que vai para a capital e obtém grande sucesso profissional. Tudo em sua vida caminha muito bem, exceto pelo pequeno-grande problema anatômico de Geraldo.

quinta-feira, 25 de abril de 2013


A lápide mais visitada.

ARSEN,  de Logan (Utah), morreu sem saber que ganharia o “Concurso da Lápide mais visitada”.
Em sua Lápide está escrito: 
CINCO regras a seguir pelo homem para uma vida feliz:

1. É importante ter uma mulher que ajude em casa, cozinhe de tempos em tempos, limpe a casa e tenha um trabalho;
2. É importante ter uma mulher que te faça rir;
3. É importante ter uma mulher em que possa confiar e não minta;
4. É importante ter uma mulher que seja boa na cama e que goste de estar contigo;
5. É muito, mas muito importante, que estas quatro mulheres não se conheçam ou podes terminar morto como eu.

terça-feira, 23 de abril de 2013


REVISTA CAROS AMIGOS

IDEIAS DE BOTEQUIM
Dicas sobre lançamentos importantes no campo das letras progressistas.
Renato Pompeu
EM DIA COM A DIALÉTICA 


Em paralelo a seu grande evento Marx e a Destruição Criadora, uma série de palestras em várias capitais brasileiras, a Boitempo Editora está lançando livros de alguns dos palestrantes, como Menos que Nada: Hegel e a Sombra do Materialismo Dialético, do famoso filósofo esloveno Slavoj Zizek, que pretende restaurar, à luz da concretude e da cultura contemporâneas, uma discussão sobre o movimento como categoria não só da filosofia como da realidade externa ao pensamento. Interessante é que, em relação à edição original em inglês do ano passado, o próprio autor cortou alguns capítulos. Ou Para Entender O Capital de Marx, do pesquisador inglês David Harvey, um livro realmente útil, e não reducionista nem esquemático, para aprender a como bem aproveitar a leitura da obra de Marx, especialmente o volume 1 de O Capital, volume que, por sinal, foi relançado em setembro último pela própria Boitempo, sob o título O Capital – Crítica da economia política – Livro I –O processo de Produção do Capital. Pena que a grande maioria dos chamados marxistas do passado não teve acesso a uma obra como a de Harvey, de modo que o que era uma espécie de ciência em progresso — o marxismo — se acabou transformando em uma verdadeira religião dogmática.
O que fica claro com toda essa movimentação em torno de Marx é que, depois de um período de obscurecimento em grande parte devido às vicissitudes do extinto socialismo real, o seu pensamento está de novo despertando grande interesse, principalmente porque a atual crise estrutural do capitalismo concreto pode ser muito bem entendida a partir das teorizações de Marx em O Capital. Há problemas, entretanto, que nem Marx explica. É o caso, por exemplo, do suicídio. Um completo levantamento está em O Suicídio e Sua Prevenção, de José Manoel Bertolote, lançado pela Editora Unesp. Um milhão de pessoas se suicida por ano em todo o mundo e vários milhões de sobreviventes são profundamente afetados por isso. Bertolote indica, entre outras coisas, como reconhecer que uma pessoa pode estar prestes a suicidar-se e o que fazer para impedir que ela consume o ato. Mas, voltando à economia e à política, também a Editora Unesp lançou, em terceira edição, Direita e Esquerda — Razões e Significados de uma Distinção Política, em que o mais importante teórico da política da segunda metade do século 20, o italiano Norberto Bobbio, demonstra que as diferenças entre a direita e a esquerda continuam bem vivas nos atuais tempos de tentativas de fuga a essas distinções, como mostra a ascensão de movimentos que não se apresentam nem de direita nem de esquerda, caso do Cinco Estrelas da Itália e da Rede da Sustentabilidade do Brasil. Ainda da Editora Unesp são os proveitosos estudos incluídos em A Crise Financeira Internacional — Origens, Desdobramentos e Perspectivas, obra organizada por Fernando Ferrari Filho e Luiz Fernando de Paula e que se caracteriza por discutir os rumos que a crise pode ainda tomar. Também a Editora Unesp acaba de lançar A Evolução dos Estudos de Segurança Internacional, do inglês Barry Buzan e da dinamarquesa Lena Hansen, a propósito dos avanços e recuos das discussões sobre a conceituação da segurança internacional (ou seria insegurança internacional?) desde os fins da Segunda Guerra Mundial até os dias de hoje.
Contestado
Apesar de a Guerra de Canudos e a Revolução Farroupilha serem muito mais famosas, a Guerra do Contestado, que começou em 1912 e durou quatro anos, entre Santa Catarina e o Paraná, foi a maior guerra civil da América Latina, como assinalou o escritor uruguaio Eduardo Galeano. Sobre ela temos um estudo publicado pela J. M. Editora, A Atualidade do Contestado – Edição do Centenário da Guerra Camponesa, de Milton Ivan Heller. Em número de envolvidos e de vítimas, foi, segundo o autor, a mais violenta repressão contra movimentos camponeses na história do Brasil.
Educação
Além da questão agrária ainda não resolvida, os brasileiros têm de lidar com o problema tanto quanto se pode prever insolúvel a médio prazo da educação, para cujo encaminhamento falta visivelmente vontade política. Talvez ela possa ser despertada por essa edição, revista a partir dos manuscritos originais, de À Sombra Desta Mangueira, de Paulo Freire, lançamento da Civilização Brasileira. Se de O Capital de Marx se pode dizer que é muito comentado e muito pouco lido, do método Paulo Freire se pode dizer que é muito celebrado, mas praticamente nunca foi aplicado, nem mesmo, por exemplo, por seu próprio autor quando foi secretário da Educação municipal de São Paulo.
Periferia
O contista Alessandro Araujo, em Pro Santo & Outras Perdições, publicação da Editora Torre, consagra-se como intelectual orgânico dos moradores da periferia e dos moradores de rua da Grande São Paulo. Do outro extremo do Brasil, do Ceará, o cordelista Eduardo Macedo apresenta O Boi Morre-Não-Morre e os Primeiros Folhetos, lançamento da Fortaleza Expressão Gráfica Editora, em que, segundo o próprio autor, ele “execra o diabo e o capitalismo neoliberal”. Outra intelectual orgânica de novo tipo é Eliana Sousa Silva, uma moradora do chamado Complexo da Maré, conjunto de favelas do Rio, a qual se tornou doutora em Serviço Social com esse Testemunhos da Maré, edição conjunta da Aeroplano Editora e da Faperj, em que ela reproduz “as vozes dos agentes do Estado, moradores da comunidade, traficantes e milicianos”. Ela literalmente sabe do que está falando, como, de resto, todos os autores aqui citados.
Renato Pompeu é jornalista e escritor.

domingo, 21 de abril de 2013

VAMOS ACABAR COM O DOMÍNIO DA MONSANTO


Alice Jay - Avaaz.org
10:26 (10 horas atrás)
para mim
Caros membros da Avaaz,



Uma mega empresa está gradualmente tomando conta do nosso estoque de comida e colocando o futuro dos alimentos do planeta em perigo. Mas nós podemos virar o jogo contra as empresas que, como a Monsanto, continuam a pressionar por políticas que priorizam seus lucros, ao invés do bem-estar das pessoas.Comprometa-se agora a ajudar a parar esta perigosa dominação da nossa política e dos nossos alimentos:

Pledge now
Uma mega empresa está gradualmente tomando conta do nosso estoque global de alimentos, envenenando nossa política e colocando o futuro da comida do planeta em perigo. Para impedir que isso aconteça, temos que desmascará-los e desarticular a rede de controle global da Monsanto.

Monsanto, a gigante química que nos deu venenos como o Agente Laranja e DDT, tem um esquema superlucrativo. Primeiro passo: desenvolver pesticidas e sementes geneticamente modificadas (GM) projetadas para resistir aos mesmos pesticidas, patentear as sementes, proibir os agricultores de replantar suas sementes ano após ano e, em seguida, enviar espiões para investigar e processar os agricultores que não cumprirem essas diretrizes. Segundo passo: gastar milhões em lobby com funcionários do governo e contribuir para campanhas políticas, colocar ex-figurões da Monsanto em altos cargos no governo, e, em seguida, trabalhar com eles para enfraquecer os regulamentos e colocar os produtos da Monsanto nos mercados mundiais.

Como a lei dos EUA permite que as empresas gastem quantias ilimitadas para influenciar a política, muitas vezes isso significa que elas podem comprar as leis que quiserem. No ano passado, a Monsanto e empresas gigantes de biotecnologia gastaram absurdos US$45 milhões para acabar com uma iniciativa que rotularia produtos GM na Califórnia, ainda que 82% dos estadunidenses queiram saber se estão comprando GM ou não. Neste mês, a empresa ajudou a forçar a aprovação da "Lei de Proteção da Monsanto", que impede os tribunais de proibirem a venda de um produto, mesmo que este produto tenha sido aprovado pelo governo por um equívoco.

O poder da Monsanto nos EUA serve de base para que a empresa exerça seu domínio ao redor do mundo. No entanto, corajosos agricultores e ativistas da UE, do Brasil, da Índia e do Canadá estão resistindo e começando a vencer.

Estamos em um ponto de inflexão global. Comprometa-se agora a unir forças para romper o controle da Monsanto sobre nossa política e comida e ajude a acabar com a apropriação dos nossos governos pelas grandes corporações. A Avaaz só irá processar sua doação se conseguirmos o suficiente para fazer uma diferença real:

https://secure.avaaz.org/po/stop_monsanto_dloc/?biAzibb&v=24271&a=13&c=USD&p=1

A Monsanto está na linha de frente de uma verdadeira tomada da agricultura industrial - atropelando os pequenos agricultores e pequenas empresas, enquanto grandes fazendas de monocultura sugam os nutrientes da terra, diminuem a diversidade genética, e criam a dependência de fertilizantes, pesticidas e outros produtos químicos. A ironia é que não é claro que a dizimação da agricultura natural e sustentável tenha trazido qualquer aumento no rendimento das culturas. Apenas mais lucro para as empresas. Nossos governos deveriam intervir, mas o lobby da Monsanto impede que eles façam qualquer coisa.

O monopólio da Monsanto é de cair o queixo: eles possuem patentes sobre mais de 96% das sementes transgênicas plantadas nos EUA. E, além das preocupações sobre saúde e segurança, as mesmas patentes permitem que a Monsanto impeça qualquer agricultor ou cientista de testar suas próprias sementes! Ainda assim, alguns países conseguiram proibir ou restringir produtos da Monsanto.

Eles afirmam que seus produtos custam menos, mas muitas vezes os agricultores são atraídos para contratos plurianuais - os preços dos grãos sobem, são levados a comprar novas sementes a cada temporada e usar mais herbicidas para manter a plantação livre das "super ervas-daninhas". Na Índia, a situação é tão calamitosa que uma área de produção de algodão tem sido chamada de "o cinturão do suicídio", pois dezenas de milhares dos agricultores mais pobres tiraram suas vidas para escapar de uma dívida tenebrosa.

Mas os agricultores e cientistas também estão reagindo e vencendo. Um grupo na Índia ajudou alcançar a vitória de três batalhas em torno de patentes de produtos que não eram geneticamente modificados contra corporações e, no Brasil, cinco milhões de agricultores processaram a Monsanto pela coleta injusta de royalties, tendo recebido uma indenização de $2 bilhões! Cientistas estão fazendo campanha a favor dos modelos de agricultura sustentável e, só na semana passada, 1.5 milhão de nós aderiu à luta contra as patentes convencionais na UE.

Apenas um enorme protesto, global e unificado, pode enfrentar frente a frente a Monsanto e o controle dos nossos governos pelas grandes corporações. Vamos expor este poder de comando sobre nossas democracias, ajudar os agricultores a lutar, desafiar leis e patentes injustas, e enfrentar de igual para igual o lobby das corporações.Comprometa-se a apoiar uma plano de ação agora:

https://secure.avaaz.org/po/stop_monsanto_dloc/?biAzibb&v=24271&a=13&c=USD&p=1

Nosso tempo está se esgotando. Para enfrentarmos enormes crises ambientais, climáticas e alimentares, precisamos de uma agricultura sustentável e de inovação - mas isso é mais bem feito por diversos agricultores e cientistas que sabem o que funciona melhor em diferentes ecossistemas, ao invés de um bloco empresarial impulsionado por seu próprio lucro, que busca o controle do futuro de nossos alimentos.

Este Golias das corporações está aumentando seu poder em todo o mundo. Mas se nossa forte comunidade de 21 milhões de membros permanecer unida, teremos uma chance. Membros da Avaaz resistiram repetidas vezes contra os maiores vilões do mundo, e venceram. Agora é hora de crescer ainda mais e salvar nossas políticas da influência de interesses especiais, proteger nossa oferta de alimentos, e obter justiça para os agricultores pobres.

Com esperança e determinação,

Alice, Oli, Joseph, Ricken, Pascal, Chris, Michelle, Emily, e toda a equipe da Avaaz Mais informações:

Grãos do descontentamento (em inglês) (Texas Observer):
http://www.texasobserver.org/seeds-of-discontent/

Monsanto processa pequeno agricultorpara proteger a patente das sementes (em inglês) (The Guardian):
http://www.guardian.co.uk/environment/2013/feb/12/monsanto-sues-farmers-seed-patents

Divulgadas as contribuições políticas (em inglês) (Monsanto):
http://www.monsanto.com/whoweare/Pages/political-disclosures.aspx

A verdadeira Lei de Proteção da Monsanto: como gigantes da GMcorrompem reguladores e consolidam seus poderes (em inglês) (ThinkProgress):
http://thinkprogress.org/health/2013/04/10/1832621/monsanto-protection-act-power/

Lei de Proteção da Monsanto coloca as empresas de comidas GM acima dos tribunais federais (em inglês) (The Guardian):
http://www.guardian.co.uk/environment/blog/2013/apr/04/monsanto-protection-act-gm

Biodiversidade para alimentos e agricultura (em inglês) (UN Food and Agriculture Organization):
http://www.fao.org/sd/EPdirect/EPre0040.htm

A colheita do medo da Monsanto (em inglês) (Vanity Fair):
http://www.vanityfair.com/politics/features/2008/05/monsanto200805

Wikileaks mostra como os EUA pressionam por produtos GM na UE (em inglês) (The Guardian):
http://www.guardian.co.uk/world/2011/jan/03/wikileaks-us-eu-gm-crops

USDA dá sinal verde para semente de milho GM inútil (em inglês) (Mother Jones):
http://www.motherjones.com/tom-philpott/2012/01/monsanto-gmo-drought-tolerant-corn

Fontes adicionais (em inglês) (Avaaz):
http://www.avaaz.org/en/stop_monsanto_sources/