sexta-feira, 10 de maio de 2013
ESMAGADOS PARA FAZEREM NOSSAS ROUPAS...
Caros amigos do Brasil,
Todos nós vimos as horríveis imagens de centenas de mulheres inocentes queimadas ou soterradas até a morte nas fábricas enquanto faziam nossas roupas. Entretanto, nos próximos dias, temos a oportunidade de fazer com que as empresas do setor impeçam que isso aconteça outra vez, seja em Bangladesh ou no Brasil.
Grandes empresas estão numa corrida desenfreada para reduzir custos. Grandes marcas da moda são abastecidas por centenas de fábricas em Bangladesh. Agora duas marcas, incluindo Calvin Klein, assinaram um forte código de segurança contra incêndio em Bangladesh. Outras, estão em reuniões de emergência decidindo se assinam ou não e nossa pressão pode fazer com que eles assinem.
As negociações terminam dentro de alguns dias. GAP, que possui as marcas Emme, Cori e Luigi Bertolli está mais suscetível a dar o primeiro passo para apoiar um forte acordo, e a melhor forma de pressioná-la é ir atrás de seu presidente. Se um milhão de nós apelar diretamente a ele em uma petição, página do Facebook, tweets, e anúncios, seus amigos e familiares irão todos ouvir falar deles. Ele saberá que sua reputação e a de sua empresa estará em jogo. Assine pela segurança dos trabalhadores e encaminhe este email para todos:
http://www.avaaz.org/po/ bangladesh_brazil/?biAzibb&v= 24876
O recente acidente segue um padrão em Bangladesh e no Brasil. Nos últimos anos, incêndios e outros desastres tiraram milhares de vidas e deixaram outros feridos demias para poderem trabalhar. O governo de Bangladesh faz vista grossa para as péssimas condições de trabalho, permitindo que os fornecedores reduzam os custos para fazer roupas a um ritmo e preço de acordo com a expectativa dos gigantes da moda mundial. As grandes marcas dizem que monitoram, mas os trabalhadores dizem que as empresas não são confiável para fazer suas próprias auditorias.
O acordo de segurança apoiado por trabalhadores dessa indústria exige inspeções independentes, relatórios públicos sobre as condições das fábricas fornecedoras, e consertos obrigatórios. O acordo seria válido inclusive nos tribunais dos países de origem das empresas! Os detalhes de quais empresas compravam da fábrica que desabou na semana passada ainda não são conhecidos e não há nenhuma evidência de que a GAP estava entre elas. Mas trabalhadores morreram em outras fábricas fornecedoras da GAP em Bangladesh e seu comprometimento agora iria colocar uma enorme pressão sobre outras empresas.
As empresas estão decidindo o que fazer nesse momento. Vamos pedir ao presidente da GAP para assumir a liderança na indústria comprometendo-se com o plano de segurança.Assine, e em seguida compartilhe esse email amplamente - quando chegarmos a 1 milhão de assinaturas, vamos publicar anúncios publicitários que os chefes dessas grandes marcas não poderão ignorar:
http://www.avaaz.org/po/ bangladesh_brazil/?biAzibb&v= 24876
Mais de uma vez os membros da Avaaz se uniram para lutar contra a ganância corporativa e apoiar os direitos humanos. No ano passado, nós ajudamos 100 trabalhadores indianos a voltar em segurança para casa quando uma empresa do Bahrein se recusou a deixá-los sair do país. Vamos agora ajudar a parar a corrida mortal para o fundo de segurança de fábrica.
Com esperança e determinação
Jamie, Jeremy, Alex, Ari, Diego, Marie, Maria-Paz, Ricken e toda equipe da Avaaz PS - Muitas campanhas da Avaaz são iniciadas por membros da nossa comunidade!Comece a sua agora e vença sobre qualquer assunto - local, nacional ou global:http://www.avaaz.org/po/ petition/start_a_petition/? bgMYedb&v=23917
Mais informações:
Desabamento em Bangladesh revela lado obscuro da indústria de roupas (BBC Brasil)
http://www.bbc.co.uk/ portuguese/noticias/2013/04/ 130428_bangladesh_tragedia_ lado_obscuro.shtml
Sobe para 501 número de mortos em desabamento em Bangladesh (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/ mundo/2013/05/1272652-sobe- para-501-numero-de-mortos-em- desabamento-em-bangladesh. shtml
Indústria cobra explicações sobre condições de trabalho em Bangladesh (Zero Hora)
http://zerohora.clicrbs.com. br/rs/mundo/noticia/2013/05/ industria-cobra-explicacoes- sobre-condicoes-de-trabalho- em-bangladesh-4124526.html
Precárias condições de trabalho fazem grifes famosas repensarem produção em Bangladesh (G1)
http://g1.globo.com/videos/v/ precarias-condicoes-de- trabalho-fazem-grifes-famosas- repensarem-producao-em- bangladesh/2551870/

Todos nós vimos as horríveis imagens de centenas de mulheres inocentes queimadas ou soterradas até a morte nas fábricas enquanto faziam nossas roupas. Entretanto, nos próximos dias, temos a oportunidade de fazer com que as empresas do setor impeçam que isso aconteça outra vez, seja em Bangladesh ou no Brasil.
Grandes empresas estão numa corrida desenfreada para reduzir custos. Grandes marcas da moda são abastecidas por centenas de fábricas em Bangladesh. Agora duas marcas, incluindo Calvin Klein, assinaram um forte código de segurança contra incêndio em Bangladesh. Outras, estão em reuniões de emergência decidindo se assinam ou não e nossa pressão pode fazer com que eles assinem.
As negociações terminam dentro de alguns dias. GAP, que possui as marcas Emme, Cori e Luigi Bertolli está mais suscetível a dar o primeiro passo para apoiar um forte acordo, e a melhor forma de pressioná-la é ir atrás de seu presidente. Se um milhão de nós apelar diretamente a ele em uma petição, página do Facebook, tweets, e anúncios, seus amigos e familiares irão todos ouvir falar deles. Ele saberá que sua reputação e a de sua empresa estará em jogo. Assine pela segurança dos trabalhadores e encaminhe este email para todos:
http://www.avaaz.org/po/
O recente acidente segue um padrão em Bangladesh e no Brasil. Nos últimos anos, incêndios e outros desastres tiraram milhares de vidas e deixaram outros feridos demias para poderem trabalhar. O governo de Bangladesh faz vista grossa para as péssimas condições de trabalho, permitindo que os fornecedores reduzam os custos para fazer roupas a um ritmo e preço de acordo com a expectativa dos gigantes da moda mundial. As grandes marcas dizem que monitoram, mas os trabalhadores dizem que as empresas não são confiável para fazer suas próprias auditorias.
O acordo de segurança apoiado por trabalhadores dessa indústria exige inspeções independentes, relatórios públicos sobre as condições das fábricas fornecedoras, e consertos obrigatórios. O acordo seria válido inclusive nos tribunais dos países de origem das empresas! Os detalhes de quais empresas compravam da fábrica que desabou na semana passada ainda não são conhecidos e não há nenhuma evidência de que a GAP estava entre elas. Mas trabalhadores morreram em outras fábricas fornecedoras da GAP em Bangladesh e seu comprometimento agora iria colocar uma enorme pressão sobre outras empresas.
As empresas estão decidindo o que fazer nesse momento. Vamos pedir ao presidente da GAP para assumir a liderança na indústria comprometendo-se com o plano de segurança.Assine, e em seguida compartilhe esse email amplamente - quando chegarmos a 1 milhão de assinaturas, vamos publicar anúncios publicitários que os chefes dessas grandes marcas não poderão ignorar:
http://www.avaaz.org/po/
Mais de uma vez os membros da Avaaz se uniram para lutar contra a ganância corporativa e apoiar os direitos humanos. No ano passado, nós ajudamos 100 trabalhadores indianos a voltar em segurança para casa quando uma empresa do Bahrein se recusou a deixá-los sair do país. Vamos agora ajudar a parar a corrida mortal para o fundo de segurança de fábrica.
Com esperança e determinação
Jamie, Jeremy, Alex, Ari, Diego, Marie, Maria-Paz, Ricken e toda equipe da Avaaz PS - Muitas campanhas da Avaaz são iniciadas por membros da nossa comunidade!Comece a sua agora e vença sobre qualquer assunto - local, nacional ou global:http://www.avaaz.org/po/
Mais informações:
Desabamento em Bangladesh revela lado obscuro da indústria de roupas (BBC Brasil)
http://www.bbc.co.uk/
Sobe para 501 número de mortos em desabamento em Bangladesh (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/
Indústria cobra explicações sobre condições de trabalho em Bangladesh (Zero Hora)
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O filme, retrata o panorama político e, principalmente, cultural de 1967 a 1969, os anos de ouro do Tropicalismo. Com uma rica pesquisa de foto, vídeo e áudio – vários deles inéditos até mesmo para os próprios tropicalistas – o documentário é, segundo o diretor, o filme definitivo sobre a Tropicália. Será? Por entre fotos e nomes, o diretor Marcelo Machado vai sem lenço, mas com muitos documentos. Começando em 1967, ele busca no III Festival da Música Popular Brasileira da TV Record, o começo de uma revolução. Rico em recursos gráficos, entrevistas e, claro, com uma impecável trilha sonora, Marcelo Machado conseguiu. Ele conseguiu nos emocionar e nos transferir, de alguma maneira, àquele momento tão efervescente e antropofágico dos anos 60. Assista vídeo de apresentação | |
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segunda-feira, 6 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
GRANDE VITÓRIA PELAS ABELHAS!!
Cara comunidade da Avaaz,
Conseguimos -- a Europa acabou de votar uma proibição aos pesticidas de abelhas! Grandes empresas como a Bayer lutaram com toda força contra a proposta, mas o poder popular, a ciência e a boa governança foi mais forte!!
Vanessa Amaral-Rogers, da organização especializada em conservação, Buglife, disse:
Conseguimos -- a Europa acabou de votar uma proibição aos pesticidas de abelhas! Grandes empresas como a Bayer lutaram com toda força contra a proposta, mas o poder popular, a ciência e a boa governança foi mais forte!!
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| Abelhas "morrem" em frente à sede da Bayer em Colônia, na Alemanha |
"Foi um voto apertado, mas graças à enorme mobilização dos membros da Avaaz, criadores de abelhas e outros grupos, nós vencemos! Não tenho dúvidas sobre o quanto as enchentes de telefonemas e emails enviados aos ministérios, as ações presenciais em Londres (Reino Unido), Bruxelas (Bélgica) e em Colônia (Alemanha), e a gigante petição com 2.6 milhões de assinaturas foram responsáveis por esse resultado. Obrigado Avaaz e a todos que trabalharam tão arduamente para salvar as abelhas!"As abelhas são responsáveis por polinizar ⅔ de todos os nossos alimentos. Por isso, quando os cientistas começaram a notar que, silenciosamente, as abelhas morriam em proporções aterrorizantes, a Avaaz entrou com tudo, e não parou até alcançar uma vitória. A vitória dessa semana é fruto de dois anos de campanhas que começaram com o envio de mensagens para ministros de governos, organização de protestos para chamar a atenção da mídia junto com criadores de abelhas, comissionamento de pesquisas de opinião e muito, muito mais. Foi assim que fizemos, juntos:
- Assegurando a posição da França. Em janeiro de 2011, 1 milhão de pessoas assinaram nosso pedido para a França fazer valer a lei sobre o banimento de pesticidas neonicotinoides mortais. Membros da Avaaz participaram, junto com criadores de abelhas, de uma reunião com o Ministro da Agricultura francês, irradiando força e pressionando-o para que ele não se intimidasse pelo lobby da indústria e mantivesse a proibição aos pesticidas, assim enviando um forte sinal para outros países europeus.
- Cara à cara com a indústria. Bayer viu a Avaaz e seus aliados protestarem ferozmente nos últimos 3 encontros anuais da empresa. Os gerentes e investidores da gigante produtora de pesticidas foram recebidos pelos criadores de abelhas, que faziam bastante barulho e carregavam banners enormes mostrando nossa petição de mais de 1 milhão de assinaturas; a petição exigia a suspensão do uso dos neonicotinoides até que os seus efeitos na natureza fossem avaliados pelos cientistas. A Avaaz até mesmo fez uma apresentação dentro do encontro dos investidores, mas a Bayer insistiu no 'não'.
- Destacando a importância da ciência. Em janeiro de 2013, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos descobriu três pesticidas que colocavam as abelhas em risco. Foi aí que entramos novamente, buscando garantir que os políticos europeus respondessem ao apelo dos cientistas. Nossa petição cresceu rapidamente e chegou a 2 milhões de assinaturas. Após várias conversas com tomadores de decisão da União Europeia, a Avaaz entregou as nossas vozes à sede da UE em Bruxelas. Logo depois, naquele mesmo dia, a Comissão Europeia propôs uma proibição de 2 anos aos pesticidas!
- Aproveitando a oportunidade. A batalha para salvar as abelhas pegou fogo nos meses de fevereiro e março. Em toda União Europeia, membros da Avaaz estavam prontos para dar uma resposta enquanto os 27 membros da UE decidiam se aceitariam ou não a proposta de proibição dos pesticidas. Quando grandes países agricultores como Reino Unido e Alemanha disseram 'não', a Avaaz conduziu pesquisas de opinião pública que mostraram que a maioria dos britânicos e dos alemães eram a favor da proposta de proibição. Além disso, membros da Avaaz enviaram meio milhão de emails para os Ministros da Agricultura dos países do bloco europeu. Aparentemente temendo mais os cidadãos do que o lobby da indústria, o ministro do Reino Unido, Owen Paterson, queixou-se de um "ciber-ataque", algo que os jornalistas trataram como uma história a nosso favor! E então veio o Bernie, nossa abelha inflável de 6 metros de altura situada em Bruxelas. Uma forma bem criativa de entregar a petição, enquanto as negociações chegavam na reta final. Os jornalistas cercavam o Bernie, e descobrimos que nossa atuação ajudou a garantir que o ministro espanhol olhasse com mais atenção para a ciência e mudasse o seu posicionamento acerca do tema para proteger as abelhas. Mas nesse dia não conseguimos a maioria necessária para assegurar a proibição.
- Do alerta vermelho para o sinal verde. Em abril, a proposta que poderia salvar as abelhas é enviada ao Comitê de Recursos, dando-nos um raio de esperança se finalmente conseguíssemos trazer mais alguns países-membros para o nosso lado. Na reta final, a Avaaz junta-se à outros grupos como a Environmental Justice Foundation, Amigos da Terra e a Pesticides Action Network, além dos criadores de abelha e estilistas famosas, para organizar uma ação do lado de fora do Parlamento do Reuno Unido. Na Alemanha, os criadores de abelha lançam sua própria petição no site da Avaaz direcionada ao governo, e 150.000 cidadãos alemães juntam-se à campanha em apenas dois dias; pouco depois as assinaturas são entregues em Colônia. Mais telefonemas são feitos para os gabinetes de ministros em diferentes capitais europeias, enquanto a Avaaz respondia a uma emenda destruidora feita pela Hungria no acordo de proibição e posicionava Bernie, a abelha, novamente em uma ação em Bruxelas. As empresas de pesticidas compraram espaços de publicidade no aeroporto de Bruxelas para chamar a atenção das comitivas diplomáticas, e aumentaram a pressão sugerindo propostas como a plantação de flores selvagens. Mas a máquina de propaganda deles é ignorada. Primeiro foi a Bulgária que mudou de posição. Depois, veio a grande vitória: a Alemanha muda de ideia a favor das abelhas e carimba nossa vitória. Mais da metade dos países da União Europeia votaram pela proibição dos pesticidas!
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| Bernie, a abelha gigante infável, ajudou na entrega de nossa petição com 2.6 mihões de assinaturas em Bruxelas |
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| Criadores de abelhas ajudam a entregar nossa enorme petição em Downing Street, Londres |
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| Bernie ganha destaque no jornal britânico The Independent |
Conseguir essa vitória foi um processo longo, e isso não seria possível se não fosse a participação dos cientistas, especialistas, oficiais de governo, criadores de abelha e todos os nossos parceiros de campanha. Podemos ficar orgulhosos do que conseguimos fazer juntos!
Forte defensor das abelhas, Paul de Zylva, chefe da Unidade de Polinização e Pesticida da organização Amigos da Terra, disse:
Com esperança e alegria,
Forte defensor das abelhas, Paul de Zylva, chefe da Unidade de Polinização e Pesticida da organização Amigos da Terra, disse:
"Obrigado aos milhões de membros da Avaaz que se mobilizaram online e nas ruas. Sem dúvida, a enorme petição e as campanhas criativas da Avaaz ajudaram a pressionar pela proibição dos pesticidas, complementando o nosso trabalho e o de outras ONGs."Chegou a hora de festejar a conquista desse espaço para uma das criaturas mais importantes e preciosas de nosso planeta. Entretanto, a proibição da UE durará apenas dois anos até ser revisada. E, ao redor do mundo, as abelhas continuam a morrer por causa dos pesticidas que as enfraquecem e deixam-nas confusas, além da perda de seu habitat natural causada pela expansão das cidades. Na Europa, e ao redor do mundo, há ainda muito o que fazer para garantir que a ciência seja a condutora das nossas políticas agrícolas e ambientais. E somos a comunidade perfeita para tornar isso realidade. :)
Com esperança e alegria,
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O filme, retrata o panorama político e, principalmente, cultural de 1967 a 1969, os anos de ouro do Tropicalismo. Com uma rica pesquisa de foto, vídeo e áudio – vários deles inéditos até mesmo para os próprios tropicalistas – o documentário é, segundo o diretor, o filme definitivo sobre a Tropicália. Será? 


